O disco é o registro sonoro de uma performance dividida em três momentos sequenciais: 1º- Escrita ao vivo de uma notação a partir da ação com uma furaderia sobre uma pilha de partituras (Abertura, 2022); 2º- Improvisação musical (Q balbúrdia é essa?, 2022) apoiada em guitarra elétrica e bateria (com a participação de Pedro Fontenelle) e 3º- Assemblagem sonora produzida pelo ato serrar o amplificador, para retirar o seu alto- falante e fixá-lo no corpo da guitarra gerando com isso texturas sonoras e microfonias materiais.