Uma guitarra destruída repousada ao chão emite sons por um pequeno alto-falante. Os sons emitidos são relativos ao seu próprio processo decompositivo. O trabalho configura-se como resultado de uma ação ou como memória de um ato. Lançada escada abaixo, a guitarra é fragmentada por consecutivas quedas que desafiam as qualidades físicas do instrumento para gerar sons. Os sons desse processo decompositivo são capturados e combinados ao instrumento para compor um objeto sonoro autoreferente.
Registro da ação. (miniDV, áudio, cor, 34')
A guitarra foi preparada com cordas e knobs mais resistentes para sofrer as quedas. O amplificador foi alimentado com uma bateria de chumbo-ácido para que o som pudesse ser amplificado em local público.